Marília do Dirceu, oleo s/ tela, 1995

Maria Dorotéia Joaquina de Seixas Brandão foi imortalizada com o pseudônimo de Marília pelo poeta Tomás Antônio Gonzaga que usou o pseudônimo Dirceu. Marília era noiva de Dirceu quando este foi acusado de participar da Conjuração Mineira, sendo condenado ao exílio na África, e os dois nunca mais se viram. Em seu livro Marília do Dirceu, o poeta tem a capacidade de tocar seus leitores com um amor semelhante ao das obras de Shakespeare. Durante o exílio em Moçambique, Tomás Antônio Gonzaga se casou com dona Juliana de Sousa, filha de um rico traficante de escravos, refazendo sua vida, enquanto que Marília vagava pelas ruas de Vila Rica à sua espera, até morrer com 90 anos de idade, situação que deu mais drama à tragédia amorosa.
Pintura de Marco Aurélio Dias, óleo s/tela, 1995  São Lourenço Post  |  Veja esta notícia no Uol Mais ou em PDF
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